quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ata da reunião extraordinária do dia 9 de agosto de 2010
CONSELHO DE CULTURA DO ESTADO DO ACRE OCORRIDA NO MÊS DE AGOSTO DO ANO 2010.
Às dezesseis horas e trinta minutos do dia nove do mês de agosto do ano de dois mil e dez, na Sala de Reuniões da Casa da Cultura – Rua Pernambuco, 1026, Bosque - aconteceu uma Reunião Extraordinária do ConCultura com as seguintes pautas: a) Informes Culturais; b) Agenda com os candidatos majoritários; c) Adesão ao PCult – Partido da Cultura”; d) Continuação da discussão sobre o processo de revisão da composição do ConCultura; e) Acompanhamento do projeto de revitalização do espaço “Casarão”; f) Outros Assuntos Pertinentes. Se fizeram presentes todos os que constam na lista anexa. Fizeram-se presentes todos que constam na lista de presença anexa. Aberta a sessão, o presidente do ConCultura Daniel Sant'Ana agradeceu a presença de todos, em especial os membros do Conselho Municipal de Rio Branco, e fez um breve comentário sobre os assuntos. Ao terminar, sugeriu que os informes ficassem para o final da reunião. Acatada a sugestão, foi feito um resumo das discussões feitas na última reunião que deram origem a presente convocação extraordinária. O presidente falou que o PCult é uma instituição suprapartidária que tem por objetivo geral estimular os candidatos da Eleição 2010 ao debate de temas relativos a políticas públicas culturais, dentre outros. Disse que precisava ser decidido se o ConCultura iria aderir a esse movimento e/ou organizaria algo similar no Estado. O vice-presidente do ConCultura o conselheiro Lenine Alencar defendeu que o Conselho deveria pautar o tema cultura na agenda dos candidatos majoritários. Disse que era preciso escrever um texto evidenciando as principais propostas aprovadas no II Conferência Estadual de Cultura e encaminhá-lo aos candidatos. Disse que era importante mobilizar a classe artística para o debate com os candidatos. Lembrou que não seria fácil colocar na agenda dos candidatos um encontro com a cultura, principalmente se a própria classe não se articular. Outra coisa era a formação da bancada da cultura no poder legislativo, que até o presente não existia. O artista Dinho Gonçalvez sugeriu que fosse incluído também na Agenda um encontro com os candidatos a Deputados Federais. Àqueles candidatos à reeleição, o ConCultura deveria encontrar algum meio de questioná-los o porquê não fizeram nada pela cultura. O conselheiro Dalmir Ferreira disse que era preciso exigir o que é constitucional. A classe artística não poderia se posicionar como classe subserviente. Recomendou que o encontro priorizasse os candidatos aos cargos majoritários. Disse que o Conselho precisava saber quais as propostas que cada um tem a respeito da cultura. O conselheiro Marcos Vinícius falou que achava importante não só saber as propostas de cada candidato sobre a cultura, mas também mostrar a eles o que o ConCultura defende. Disse que o ideal era um debate com os candidatos, no entanto, sabia que as dificuldades seriam muitas. Defendeu que era preciso envolver os candidatos a deputados federais também numa possível agenda. Sugeriu que nas entrevistas com os candidatos majoritários o ConCultura formasse uma lista de perguntas comuns a eles e que na oportunidade fosse entregue um documento contendo as principais decisões aprovadas na II Conferência Estadual de Cultura. O conselheiro Clodomir Monteiro falou que temia as ações eleitoreiras. Disse que em relação ao partido da cultura, os candidatos minoritários deveriam ser perguntados se são ou não a favor dele. Argumentou que é necessário o permanente diálogo entre os candidatos e as instituições culturais, e que para isso, se poderia redigir uma cartilha contendo as principais reivindicações do ConCultura. A gestora cultural Eurilinda Figueiredo alertou que o encontro com os candidatos seria mais para fazê-los ouvir o que já fora aprovado na II Conferência Estadual de Cultura. Defendeu também que era preciso redigir um documento para que cada candidato fosse convidado a compactuar-se com as prioridades elencadas ali. O artista Dinho Gonçalves sugeriu que fosse realizada uma noite cultural com apresentações culturais e que fossem convidados os candidatos a assinarem o documento se comprometendo com a cultura. Foi orientado ao mesmo que tal procedimento era ilegal do ponto de vista da legislação eleitoral. O conselheiro Dalmir Ferreira defendeu que o político que não tem atuação cultural não poderia opinar sobre a cultura. Nesse caso, concordar com a Eurilinda Figueiredo, que ele deveria escutar mais do que falar. A conselheira Karla Martins lembrou que a classe artística no Estado ainda é muito desmobilizada. E que isso não era culpa dos políticos. O artista Alexandre Nunes disse que a classe artística era preciso mostrar força para os candidatos. A cultura discute muito e tem poucas ações práticas nos conselhos de cultura. Precisava fazer com que o candidato compactuasse publicamente com as pautas indicadas pelo ConCultura. O conselheiro Lenine Alencar disse a formação da frente parlamentar da cultura era prioridade. Sugeriu um debate público com os candidatos nos meios de comunicação ou sugerir um bloco de perguntas sobre cultura. O conselheiro Clodomir Monteiro sugeriu que o documento fosse encaminhado aos candidatos com antecedência para que os mesmos lessem e ao assinar, saber exatamente do que se tratava. O conselheiro Dalmir Ferreira disse que era preciso ter consciência de cidadania, “reivindicar era fazer acontecer”. Após discussão, foi decidido que o documento com a síntese das propostas aprovadas na II Conferência Estadual de Cultura fosse encaminhado aos candidatos, majoritários e proporcionais. E que fosse solicitado a cada coligação partidária um dia entre sete e onze de setembro para o ato de adesão. O presidente sugeriu a eleição de uma comissão para dar encaminhamento a tal decisão. Foram eleitos: Marcos Vinícius (FGB), Daniel Sant’Ana (FEM), Dalmir Ferreira (Artes Plásticas), Karla Martins (FEM), Lenine Alencar (Teatro), Eudimar Bastos (Cultura Negra), Eurilinda Figueiredo (FGB) e Antônio Prado Linauwá. (Cultura Indígena). Dando prosseguimento, o presidente passou para a discussão sobre o processo de revisão da composição do ConCultura. Foi feito uma síntese das discussões até então. Foi informado que alguns seguimentos artísticos solicitaram cadeira na plenária do conselho, mas ponderou-se que o aumento de membros dificultaria a formação de quórum. Então se ponderou: como congregar maior número de representação sem “inchar” o plenário? O conselheiro Lenine Alencar disse que a base do ConCultura deveria ser os Conselhos Municipais. O conselheiro Marcos Vinícius sugeriu um sistema diferenciado com três plenárias: linguagens e seguimentos, entidades, representantes municipais. O presidente lembrou que era necessário que até o final do ano fosse eleito os novos conselheiros. Falou também que no ponto de vista da funcionalidade, quanto mais “enxuto” o plenário, melhor. O conselheiro Dalmir Ferreira sugeriu que fosse colocado a discussão no blog do ConCultura para estimular o debate e que no prazo de uma semana o secretário executivo formatasse as colaborações. O conselheiro Clodomir Monteiro lembrou que certas coisas precisaria ser mudado a partir do Decreto Estadual que regulamenta os artigos da Constituição Federal que criou o ConCultura. Disse que era contra o “quórum enxuto”, pois isso tornava questionável a legitimidade das decisões tomadas pelo Conselho. Disse que até hoje os conselheiros têm emitido mais as opiniões pessoais do que o dos seguimentos dos quais representa. Disse que o problema maior é o diálogo entre o representante e a base, por isso, defendeu a criação de um mecanismo que garantisse esse diálogo. O gestor cultural José Arimatéia explicou que o Concultura deveria garantir a vaga dos segmentos artísticos, mas que, em contrapartida, não tem como obriga-los a vir nas reuniões. O conselheiro Lenine Alencar defendeu que a não participação dos seguimentos que têm direito a voz e voto fragiliza o conselho. Nesse caso, se houvesse o diálogo com a base, o seguimento imediatamente deveria eleger outro representante. A questão é que a categoria geralmente se encontra desmobilizada. O conselheiro Lenine Alencar defendeu que o Conselho não se fragiliza com a não participação do poder governamental, mas sim com a ausência dos representantes da sociedade civil. Disse que não adiantava reclamar uma vaga para uma dada categoria se a mesma ainda não está mobilizada. Foi aprovada a sugestão do conselheiro Dalmir Ferreira, de que a discussão continuasse por meio do blog do ConCultura. Em seguida, o presidente concedeu a palavra para o conselheiro Lenine Alencar que relatou o andamento do projeto de revitalização do espalho “Casarão”. Disse que o Conselho Estadual de Patrimônio Histórico nomeou uma comissão para acompanhar a revitalização, mas que, no entanto, tal comissão foi convocada apenas uma vez. Disse que o objetivo era torna-lo um “espaço vivo” e não um museu. O que ele representa para o povo acreano, segundo o conselheiro, era um espaço de convivência social e não um espaço de visitação apenas. O conselheiro sugeriu que o ConCultura discutisse o assunto e que votasse um plano de funcionamento daquele espaço. O conselheiro executivo faz constar em ata que a reunião foi gravada e o áudio dela se encontra no arquivo digital do ConCultura. E nada mais havendo a tratar, a reunião foi encerrada às dezenove horas e cinco minutos e, para constar, eu, Eduardo de Araújo Carneiro, _______________________________, Secretário Executivo, lavrei a presente ata, que após lida e achada conforme, será assinada por todos os conselheiros presentes. Rio Branco, 09 de agosto de 2010.
__________________________
Daniel Queiroz de Sant’Ana
Diretor Presidente da FEM
Presidente do ConCultura
___________________________
Lenine Barbosa Alencar
Artes Cênicas
Vice-Presidente do ConCultura
___________________________
Carolina Di Deus
D'Artes
___________________________
Kelen Pinto Mendes
D'Artes – suplente
_________________________
Clodomir Monteiro da Silva
Academia Acreana de Letras
___________________________
Dalmir Rodrigues Ferreira
Artes Plásticas
________________________
Marcos Vinicius S. das Neves
AMEAc
____________________________
Helena Carloni Camargo
Bibliotecas Estaduais
________________________
Cláudio Silva Medeiros
Jornalismo Cultural - suplente
________________________
Nilda Dantas Pires
Jornalismo Cultural - suplente
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Ata da reunião do dia 30 de julho
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO MÊS DE JULHO
CONSELHO DE CULTURA DO ESTADO DO ACRE DO ANO 2010
Às dezesseis horas e trinta minutos do trinta do mês de julho do ano de dois mil e dez, na Sala de Reuniões da Casa da Cultura – Rua Pernambuco, 1026, Bosque - aconteceu a quinta reunião ordinária do ConCultura do corrente ano, que teve como pautas os seguintes assuntos: a) Informes Culturais; b) Assinatura de Ata; c) Continuação da discussão sobre o processo de revisão da composição do ConCultura; d) Preparativos para as Assembléias Setoriais; e) Atualização da agenda de atividades do ConCultura para o ano de 2010; f) Participação do ConCultura na reunião do Conecta - 5 e 6 de agosto de 2010; g) Possível visita do Ministro Juca Ferreira ao Acre - 3 a 7 de agosto de 2010); h) Apresentação da mobilização social denominada PCult – Partido da Cultura”; i) Outros Assuntos Pertinentes. O presidente Daniel Sant'Ana declarou aberta a sessão cumprimentando a todos os presentes, depois concedeu a oportunidade àqueles que desejassem comunicar algum informe cultural. O conselheiro Lenine Alencar solicitou a oportunidade e falou de sua preocupação com o processo de revitalização do casarão. Informou sobre as principais sugestões advindas da Audiência Pública sobre o assunto. Falou também da comissão nomeada para acompanhar as obras. Disse que devido a importância do assunto, o ConCultura poderia ficar à frente disso e não deixar o assunto apenas a cargo do Conselho de Patrimônio. O conselheiro Dalmir Ferreira falou da inoperância das Câmaras Técnicas do ConCultura. Observou que se as mesmas tivessem funcionando, o assunto levantado pelo conselheiro Lenine Alencar. Lembrou da necessidade de se agendar uma reunião com a reitora e a secretária estadual de educação. Falou da necessidade de se reivindicar professores especialistas para lecionar artes nas escolas. A conselheira Carolina Di Deus falou do projeto Cultura em Movimento e do espetáculo “Quem é o rei”. O conselheiro Adalberto Queiroz convidou a todos para participar do arraial organizado pela Associação Acreana de Cinema. Falou também o Deputado Federal Fernando Melo conseguiu através de emenda parlamentar, recursos para a construção da sede da Associação. O conselheiro Clodomir Monteiro falou sobre a recente eleição convocada pela Academia Acreana de Letras para o preenchimento de cinco vagas. A conselheira karla Martins explicou os motivos do atraso do resultado final do Edital da Lei de Incentivo à Cultura. Dando prosseguimento, o presidente deu início às discussões sobre o terceiro ponto de pauta: revisão da composição do ConCultura. Antes, fez um resumo das discussões feitas pela Comissão encarregada de rever o assunto. Disse que a quantidade de membros aumentaria para trinta e dois. O conselheiro Dalmir Ferreira foi contrário a idéia, defendeu um “conselho enxuto”. A gestora cultural Eurilinda Figueiredo defendeu que a “base da pirâmide” deveria ser os Conselhos Municipais. O conselheiro Lenine Alencar disse que para garantir a participação as Redes Setoriais deveriam ser ativas. “A plenária deveria catalisar os resultados das discussões das bases. O conselheiro Marcos Vinícius defendeu que o conselho não poderia “abrir mão” dos representantes das diversas “linguagens culturais”. O presidente disse que era possível uma representação mista: por regionais e por “linguagens”. Também poder-se-ia pensar em quatro tipos de plenárias – a de instituições, a de linguagens, a de municípios e a plenária geral. A gestora cultural Eurilinda Figueiredo defendeu que o Estado deveria investir na formação dos conselheiros, de modo que a participação deles fosse cada vez mais qualificada. Defendeu também às representações por meio das “Linguagens”. O conselheiro Marcos Vinícius defendeu os colegiados setores das linguagens, no entanto, disse que deveria dar mais autonomia e funcionalidade as mesmas de modo legal. O presidente disse que muitas eram as propostas e que estava difícil se chegar a um consenso. Sugeriu que o assunto entrasse como pauta da próxima reunião. Proposta aprovada. Sobre a participação do ConCultura na reunião do Conecta, nos próximos dias cinco e seis de agosto, o conselheiro Lenine Alencar foi eleito para tal evento. O presidente informou que a visita do Ministro Juca Ferreira ao Acre foi adiada para o início de setembro. Passado para o último ponto de pauta, o PCult – Partido da Cultura, o presidente explicou do que se tratava. Falou que o objetivo era estimular os candidatos a expressarem suas propostas sobre cultura. “Pautar a cultura como fundamental para o processo de desenvolvimento nacional”, além de promover a “bancada da cultura” no Legislativo Federal. Fez uma breve apresentação sobre o site www.partidodacultura.blogspot.com. Em seguida, o presidente leu a carta de proposta que consta no site do Partido da Cultura. A conselheira karla Martins disse que toda e qualquer proposta para unir os fazedores e gestores culturais era bem-vinda. Disse que o “espaço da cultura era político” e dependia da sensibilidade dos parlamentares para esta causa. O conselheiro Clodomir Monteiro defendeu a idéia, desde que ela fosse suprapartidária, a fim de que não seja eleitoreira. O conselheiro Dalmir Ferreira sugeriu que o ConCultura exigisse que cada candidato majoritário informasse quais as propostas deles na área cultural. Defendeu a idéia desde que ela também fosse trazida para o Estado. Defendeu também que o presidente enviasse aos referidos candidatos uma “carta de intenções”, ainda a ser elaborada pelo ConCultura. O conselheiro Marcos Vinícius concordou com a idéia do conselheiro anterior sobre o fato de que o ConCultura deveria se posicionar. Disse que se deveria apoiar o Partido da Cultura Nacional, mas que também deveria se pensar no Estadual. Falou que a “Carta de Intenções” deveria reproduzir as principais propostas aprovadas na Conferência Estadual de Cultura. O conselheiro Carlos Cavalcanti disse que antes de ser aprovado era preciso maiores esclarecimentos sobre esse Partido da Cultura. Disse que aparentemente poderia ser mais um “trampolim político”. Defendeu que o ConCultura deveria convocar os candidatos ao Governo para uma “sabatina”. O conselheiro Lenine Alencar disse que o melhor caminho era realmente conversar com os candidatos. Lembrou que o atual Governo nunca apresentou um Programa Político na área cultural. Disse que o ConCultura deveria exigir dos candidatos um Plano de Cultura. Falou que já estava cansado de diálogo, afirmou que o negócio agora era “exigir algo concreto”. O conselheiro Marcos Vinícius disse que o ConCultura deve forjar um instrumento que force o candidato eleito cumprir o que prometeu em campanha. Disse que era preciso mudar a mentalidade política de que a cultura é irrelevante diante das construções urbanas. O conselheiro Romualdo Medeiros defendeu que o ConCultura convocasse os candidatos majoritários para um debate ao vivo, cujo o assunto fosse só cultura, momento em que seria entregue para os mesmos a “Carta de Intenções”. O conselheiro Lenine Alencar sugeriu que o ConCultura solicitasse os meios de comunicação que abrisse um bloco só de perguntas sobre cultura, quando do debate com os candidatos. Diante da falta de consenso, foi decidido que o assunto entraria na pauta da próxima reunião, a ser convocada em caráter extraordinário. Toda a reunião foi gravada e o áudio dela foi armazenado no arquivo digital do ConCultura. Nada mais havendo a tratar, a reunião foi encerrada às dezoito horas e, para constar, eu, Eduardo de Araújo Carneiro, _______________________________, Secretário Executivo, lavrei a presente ata, que após lida e achada conforme, será assinada por todos os conselheiros presentes. Rio Branco, 30 de julho de 2010.
_____________________________
Daniel Queiroz de Sant’Ana
Diretor Presidente da FEM
Presidente do ConCultura
___________________________
Lenine Barbosa Alencar
Artes Cênicas
Vice-Presidente do ConCultura
___________________________
Karla Kristina Martins
Presidência da FEM - suplente
___________________________
Carolina Di Deus
D'Artes
___________________________
Marcos Vinicius S. das Neves
AMEAc
___________________________
Dalmir Rodrigues Ferreira
Artes Plásticas
___________________________
Adalberto Queiroz de Melo
Audiovisual
___________________________
José Carlos Oliveira Cavalcante
Culturas Afro-Brasileiras
____________________________
Romualdo da Silva Medeiros
Música
_________________________
Cláudio Roberto Correia Lima
Jornalismo Cultural