Senhores conselheiros e comunidade artista em geral, acontecerá no dia 18 (sábado), às 16 horas, na Casa da Cultura, uma reunião extraordinária para deliberar sobre a Conferência Estadual de Cultura e aprovação do número de representantes em cada câmara técnica, dentre outros.
Atenciosamente,
Eduardo Carneiro
Secretário
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Reunião Ordinária - Nesta quinta, dia 02 de outubro.
Ofício Circular: n° 25/2008
Rio Branco, 26 de setembro de 2008.
Senhor(a) Conselheiro(a),
Convoco Vossa Senhoria a participar da 10° REUNIÃO ORDINÁRIA do CONCULTURA do corrente ano, que acontecerá nesta próxima quinta-feira, dia 02 (dois) de outubro, das 16 às 18 horas, na CASA DA CULTURA - RUA PERNAMBUCO, 1025 – BOSQUE (primeira rua à direita da Escola Neutel Maia – de quem vem do centro).
Constam na Ordem do Dia os seguintes assuntos:
- Informes;
- Assinatura de todas as atas pendentes;
- Continuidade dos trabalhos sobre a Conferência Estadual de Cultura;
- Aprovação do número de representantes em cada câmara técnica;
-Aprovação da Resolução n°03, que regulamenta a participação de membros temporários no Concultura;
- Apresentação do Blog do Concultura com layout personalizado;
- Elaboração da pauta para a próxima reunião.
Atenciosamente,
Daniel Queiroz de Sant’Ana
Presidente do Concultura
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Ensino de música nas escolas torna-se obrigatório
Sancionada nesta segunda (18) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei nº 11.769 valerá para o ensino fundamental e médio de todas as escolas brasileiras, que terão 3 anos para adaptar seu currículo na área de artes. Essa lei altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) que determina o aprendizado de arte, mas não especifica o conteúdo.O ensino de música já fez parte dos currículos escolares, mas foi retirado na década de 1970.
O projeto de lei para o retorno dessa disciplina foi proposto pela senadora Roseana Sarney e surgiu com a mobilização do Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música (GAP), formado por 86 entidades, como universidades, associações e cooperativas de músicos.
O objetivo não é formar músicos profissionais, mas sim, reconhecer os benefícios que esse ensino pode trazer para o desenvolvimento e a sociabilidade das crianças. Sandra Peres, do grupo Palavra Cantada, acha a decisão bastante válida, mas questiona a maneira com que a música será ensinada nas escolas. "O que realmente vai fazer diferença é a maneira com que as escolas despertarão o apreço das crianças pela música", diz.
O importante, portanto, é que as aulas sejam baseadas na proximidade com o universo infantil. "Até 5 ou 6 anos de idade, o ideal é que elas tenham uma iniciação musical e sejam apresentadas a diferentes instrumentos musicais, para que, mais tarde, descubram de qual elas mais gostam", afirma Sandra.Lula vetou o artigo que previa a formação específica de professores na área musical para ministrar a disciplina.
A justificativa é que a música é uma prática social e, no Brasil, há diversos profissionais sem formação acadêmica específica ou oficial na área e que são reconhecidos nacionalmente. Paulo Gomes é professor de iniciação musical na Escola Estilo de Aprender e concorda que a formação superior em música não é o principal para definir um bom músico. "O importante é que o professor saiba passar conhecimentos teóricos e práticos para os alunos. E no momento de contratá-lo, cabe à escola verificar se ele se adapta à proposta curricular", diz.
De acordo com a assessoria da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, ainda não foram definidas questões como a periodicidade ou a forma com que as aulas serão ministradas, o que cabe ao Conselho Nacional de Educação. Esses parâmetros ainda serão definidos e devem ser baseados nos regionalismos de cada estado: enquanto em Pernambuco a prioridade pode ser o maracatu, por exemplo, no Rio Grande do Sul a preferência pode ser para os ritmos folclóricos gaúchos.
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